LivrariadaTravessa

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Rio Memórias

Mineiros e cariocas, uma mistura que dá muito certo! Uma das curadoras do Rio Memórias é a Profa. Heloisa Starling, mineira “da gema”, profunda conhecedora da história do Rio e do Brasil. Assim como ela, há muitos mineiros que ajudam e ajudaram a escrever parte importante da história do Rio e Rui Campos também é um desses.

Foto do interior da livraria

Livraria da Travessa: prateleiras cheias de livros, balcão de caixa e piso de madeira.Descrição da imagem: Esta é uma fotografia de uma livraria chamada "Livraria da Travessa". A imagem mostra uma ampla vista interna da loja, com prateleiras cheias de livros dispostas em várias fileiras. À esquerda, vemos prateleiras baixas com livros empilhados em pilhas menores. No centro, há um balcão de caixa com funcionários atendendo clientes. À direita, mais prateleiras altas contêm livros organizados em ordem alfabética. O piso é de madeira clara, e o ambiente está iluminado por luz natural e artificial.

Fundador da Livraria da Travessa, veio para o Rio na década de 1970 e começou sua carreira na livraria Muro, fundada em 1975 no subsolo de uma galeria em Ipanema. A Muro era um reduto de resistência política e literária e era lá que se encontravam Cacaso (outro mineiro!), Chacal, Wally Salomão e tantos outros poetas marginais - termo cunhado por Heloisa Buarque de Hollanda, responsável pela histórica antologia “26 poetas hoje", publicada em 1976.

Depois da Muro veio a Dazibao (filial Centro) que ficava no n. 11 da Travessa do Ouvidor e que acabou se tornando a Livraria da Travessa, fazendo referência justamente à rua na qual estava localizada.

Foto da fachada da livraria

Livraria "Livraria da Travessa" com pessoas caminhando e paradas em frente ao prédio preto e marrom.Descrição da imagem: A imagem mostra uma fotografia de uma livraria chamada "Livraria da Travessa". A livraria está localizada em um prédio com fachada preta e marrom. À esquerda, há uma pessoa caminhando, vestindo uma camisa azul e calça bege. Do lado direito, outra pessoa está parada, usando uma camisa branca e jeans. Na entrada da livraria, há uma pessoa de pé, vestindo uma camisa amarela e mochila. O sinal de telefone da livraria está escrito em branco sobre a fachada preta.

Mais duas filiais foram abertas no Centro do Rio (CCBB e avenida Rio Branco) antes de chegar à Ipanema, em 1996. Em 2014, começou a expansão para outros estados e, em 2019, atravessou o oceano para inaugurar uma loja em Lisboa. A Travessa é uma das únicas redes de livrarias independentes que vai na contramão do mercado e continua expandindo seus territórios.

Seu sucesso pode ser creditado ao tripé de três “As” - Atendimento, Acervo e Arquitetura – como ressalta Rui Campos. O ambiente aconchegante das livrarias, idealizado pelos arquitetos Bel Lobo e Bob Neri convidam à leitura e ao consumo... difícil sair de lá sem um livro!

Livraria com DVDs e livros em destaque.Descrição da imagem: A imagem é uma fotografia de uma livraria. Na parte frontal, há um homem de camisa branca, de costas para a câmera, segurando um conjunto de DVDs. À sua frente, há uma pilha de DVDs empilhados. Ao fundo, há prateleiras cheias de livros em diferentes idiomas e tamanhos. À direita, há uma mesa com mais livros e um computador. No centro, há um destaque com o título "REVOLUÇÃO" e uma figura humana. A livraria tem um piso de madeira clara e luz natural entrando pelas janelas.

A qualidade do acervo também se destaca com uma ampla seleção de livros nacionais e estrangeiros. Rui divide a responsabilidade do empreendimento com nove sócios, entre eles: Roberto Guedes, Nika Monteiro, Sandra Martins e Mônica Peçanha.

Outras memórias

Memória 1 de 4: Livraria e edições Folha Seca