O Rio Memórias tem experiência na concepção e realização de exposições que traduzem pesquisa histórica em experiências físicas e virtuais para diferentes espaços da cidade.
A exposição Anos-Luz, criada pela diretora Bia Lessa no MAM Rio, que celebrou os 120 anos da Light com uma expografia sensorial que ocupou 1.845 m² de espaços internos e também a área dos pilotis do museu, em 2025.
A experiência, que recebeu mais de 30 mil visitantes, convidou os visitantes a refletir sobre a dualidade entre luz, sombra e tempo, além de abrigar uma obra inédita de 18 metros do artista Milton Machado.
A expertise curatorial do Rio Memórias também se manifesta em temas de relevância histórica e social, como na exposição Rio 64 – A Capital do Golpe, realizada na sede da ABI (Associação Brasileira de Imprensa) e no Museu Histórico da Cidade, sob curadoria de Heloisa Starling e Danilo Marques, que resgatou os acontecimentos que antecederam o golpe civil-militar de 1964, com o lançamento simultâneo de uma versão virtual no site institucional.
Já em 2025, a mostra "Memórias da Pequena África" — realizada em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e exibida na estação Central do Brasil do MetrôRio — apresentou fotografias inéditas do Arquivo Geral da Cidade sobre marcos da presença negra no Rio, como o Cais do Valongo e a Casa da Tia Ciata.
Essas realizações demonstram a capacidade do Rio Memórias de adaptar sua pesquisa histórica a públicos, espaços e parceiros diversos, sempre a serviço da democratização do acesso à memória e ao patrimônio material e imaterial da cidade.