Museu de Arte do Rio – MAR

Inaugurado em 1 de março de 2013, o Museu de Arte do Rio (MAR) é um dos marcos do projeto de revitalização da Zona Portuária do Rio. Mais do que um espaço expositivo, o MAR foi concebido como um museu-escola que promove uma leitura transversal da história da cidade, unindo arte, educação e património.

Situado na Praça Mauá, em um local que guarda diversas camadas da história do Rio de Janeiro. Antigamente conhecida como “Prainha”, a região era o ponto de chegada de navios e um importante centro comercial e portuário desde o período colonial. No século XIX, o local foi rebatizado em homenagem ao Visconde de Mauá, pioneiro da industrialização brasileira.

Praça Mauá, Rio de Janeiro

A praça e o seu entorno testemunharam desde o auge do tráfico de escravizados no Cais do Valongo até a modernização do porto no início do século XX, com a construção de arranha-céus icónicos como o Edifício “A Noite”. Após décadas de isolamento causado pelo Elevado da Perimetral, a região foi devolvida aos pedestres em 2015 com o projeto Porto Maravilha, integrando o MAR a um novo corredor cultural e de lazer.

A Arquitetura: A União de Dois Tempos O complexo do MAR é formado por dois edifícios de estilos e épocas completamente distintos, unidos por uma cobertura fluida de betão que simula o movimento das ondas do mar:

Palacete Dom João VI: Construído em 1916 em estilo eclético, foi originalmente a sede da Inspetoria dos Portos. Após uma cuidadosa restauração, este edifício histórico abriga hoje o Pavilhão de Exposições, com salas amplas que recebem mostras nacionais e internacionais.
Edifício Modernista: Ao lado do palacete, um edifício de traços modernistas da década de 1940 (antigo terminal rodoviário Mariano Procópio) foi adaptado para abrigar a Escola do Olhar. Este polo educativo é o coração do museu, focado na formação de professores e na produção de conhecimento

Um dos pavimentos é dedicado somente a mostras relacionadas à cidade do Rio de Janeiro, e outro, à arte contemporânea. Várias exposições marcaram época: mesmo com a “curta” vida da instituição. O museu tem acervo próprio, formado por meio de aquisições e doações , além de empréstimos de obras de algumas das melhores coleções públicas e privadas do Brasil; além de uma reserva técnica de mais de mais de 7 mil itens arquivísticos e cerca de 16 mil bibliográficos, dos quais 1.481 são livros de artistas. sobre arte e cultura visual.

Além das galerias de arte, o visitante não pode deixar de ir ao quinto andar (terrace). O terraço oferece uma das vistas mais privilegiadas da Baía de Guanabara, da Ponte Rio-Niterói e do Museu do Amanhã, permitindo compreender visualmente a relação entre o porto histórico e a cidade contemporânea.

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