Poesiacontraaagressãoàmulher

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Evelyn Cristina, Ellen Cristina, Nadine Ferreira

Turma

2004

As alunas escreveram uma poesia em tom de protesto contra a violência à mulher, mobilizadas por um caso de feminicídio na comunidade onde vivem.


Na sombra da sociedade, uma dor silenciada
Mulheres feridas, almas partidas
Vítimas da violência, desumanizadas
Olhares que julgam, palavras que ferem
Mãos que agridem, corações que partem
O grito sufocado, a voz abafada, a liberdade roubada

Mas não estamos sozinhas
Nossa voz ecoa
Resistência, coragem, esperança
Por um mundo sem violência
Quebramos o silêncio
Denunciamos o mal
E construímos um futuro
Onde as mulheres são livres e iguais

Se você ou alguém que você conhece está sofrendo violência
Há ajuda possível
Ligue 180, disque denúncia ou ligue 190

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