No caminho da civilização

Na segunda metade do século XIX, as ideias de civilização e progresso se consolidaram tomando como modelo as metrópoles europeias, mas havia uma imensa defasagem entre os ideais e a realidade. A diversidade social e étnica que existia na capital do Império provocava reações – nas elites – que contribuíam para um cenário de exclusão e associavam a modernização à segregação social do espaço urbano. A necessidade de conter os problemas com higiene pública, que limitavam a expansão urbana pretendida, continuaram direcionando as intervenções urbanísticas.

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